Um casal em uma viagem de volta ao mundo!

O que fazer no Nepal

O Nepal é um pequeno país situado ao norte da Índia, na região dos Himalaias. Famoso pelo Monte Everest e por sua natureza exuberante. Também foi muito noticiado quando um terrível terremoto, que atingiu 7,9 pontos na Escala Richter, em 2015, balançou o país. Terremoto este que matou centenas de pessoas e danificou parte dos prédios e monumentos históricos do Nepal.

A Mila já havia passado por aqui em 2014 e regressamos em junho de 2018 para ver como o país estava se recuperando. E é com base nessas duas experiências que escrevemos este  post com dicas das atrações mais legais. Segue junto!

Principais atrações do Nepal

Boudhanath Stupa, em Kathmandu

Principais atrações do Nepal

Veja abaixo as 7 principais atrações do Nepal.

1 – Vale de Kathmandu

Kathmandu é a capital e principal ponto de entrada do Nepal. A cidade está situada no chamado Vale de  Kathmandu. E é por lá onde se pode encontrar os 7 famosos monumentos que são Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela UNESCO:

A Praça Durbar, Hanuman Dhoka, Patan e Bhaktapur Square, as stupas busdistas de Swayambhunath e Boudhanath e os templos hindus de Pashupatinath e Changu Narayan.

➡️ Tem tanta coisa legal pra se ver no Vale de Kathmandu que fizemos um post só sobre ele. Veja mais clicando aqui.

Principais atrações do Nepal

2 – Lumbini

Próxima a fronteira com a Índia, está situada a cidade de Lumbini. Famosa por ser o lugar de nascimento do príncipe Siddhartha Gautama, que mais tarde seria conhecido como Buda.

O local foi negligenciado por séculos, até ser redescoberto em 1895 por arqueólogos alemães. Atualmente a área também foi elevada a Patrimônio Histórico Cultural pela UNESCO e é um dos lugares mais sagrados de peregrinação para os budistas.

Diversos novos templos foram construídos com a ajuda de vários governos estrangeiros, fazendo necessário um dia inteiro para conseguir visitar o complexo. Como toda a área  é relativamente grande, a visita aos diversos templos é normalmente arranjada com os tuk tuks que ficam próximos a entrada.

Myanmar Golden Monastery em Lumbini

3 – Pokhara

Visitar Pokhara é como se jogar em um mar de tranquilidade depois de uma estadia em Kathmandu.

Não me entenda mal, não é que Kathmandu seja ruim, mas é uma cidade super movimentada e barulhenta. Enquanto Pokhara respira ares muito mais tranquilos.

Pokhara Lake

A 200 km da capital, Pokhara fica as margens do lago Fewa, um grande lago de águas calmas com várias opções de restaurantes e cafés na sua margem.

A vista do lago com as montanhas ao redor é algo de tirar o fôlego. Sendo uma ótima opção para caminhadas no final do dia.

Estátua gigante de Buda em Pokhara

E se você estiver um pouco mais inspirado, dá pra fazer uma caminhada de aproximadamente 40 minutos morro acima. A trilha te levará à World Peace Pagoda, um templo budista que fica no alto de um monte e que proporciona uma vista deslumbrante do lago e da cidade.

Mas não se engane, apesar da tranquilidade do local, Pokhara é lugar para a prática de diversos esportes radicais, como o rafting, kayaking, mountain biking e paragliding. Dá até para saltar de paraquedas por lá.

Você pode pegar um barquinho e sair remando, por exemplo

4 – Monte Annapurna

O Annapurna é uma cadeia de montanhas situadas no centro do Nepal, próximo a Pokhara. E foi lá onde houve a primeira expedição para escalar uma montanha com mais de 8.000 metros de altitude, a Annapurna I.

Todo o circuito de trekking, que circunda a cadeia, dura em torno de 16 a 20 dias e percorre de 170 a 230 km, dependendo do ponto de partida. E apesar de não ser tão desgastante, exige que você tenha um bom preparo físico. Mas a recompensa são os cenários paradisíacos, com rios, cachoeiras e picos nevados.

Há ainda opções de 4 a 5 dias de trekking e você pode contratar um guia em Pokhara nas diversas agências da cidade. Aqui também será necessário solicitar o Trekking Permit no escritório de turismo na cidade ou em Kathmandu.

Monte Annapurna

5 – Parque Nacional de Chitwan

Se você gosta de um bom safári, aqui é o seu lugar no Nepal. Declarado como Patrimônio Natural Mundial desde 1984 pela UNESCO, o parque é casa para mais de 600 espécies de plantas, 526 espécies de pássaros, 49 de anfíbios e 50 de mamíferos. Sendo que seus residentes mais famosos são o rinoceronte de um chifre e o tigre de bengala, além dos elefantes. Aqui também é possível ver crocodilos e golfinhos de água doce, parentes de nosso boto.

O parque fica a aproximadamente 150km de Kathmandu e os melhores meses para visita ficam entre outubro e fevereiro, quando a temperatura está mais amena, próxima dos 25° celsius.

6 – Monte Everest

O Monte mais alto do mundo com 8.848 metros de altitude fica na fronteira entre o Nepal e a China, ou entre o Nepal e a Região Autônoma do Tibet para ser mais preciso. É a principal atração do país, mas escalá-lo não exige somente um ótimo preparo físico, mas também um ótimo preparo financeiro. Isso porque se aventurar a subi-lo custa no mímino USD 40 mil. Isso mesmo, subir o Everest custa a bagatela de R$ 160 mil. Este dinheiro é gasto com o pagamento das taxas ao governo e com os sherpas, famosos ajudantes locais que carregam os equipamentos necessários durante a escalada.

7 – Trekking acampamento base do Everest

Mas para alegria daqueles que não tem o fôlego e muito menos o dinheiro para tentar tamanha façanha, é possível fazer o trekking somente até o acampamento base do Everest.

Essa rota dura em torno de 10 a 12 dias e custa uma média de USD 20 referente as taxas a serem pagas. Neste valor estão excluídos, obviamente, os gastos com hospedagem e alimentação. Como o caminho é bem sinalizado diversas pessoas dispensam a ajuda dos sherpas ou guias. Mas o trekking oficial, com guias, sherpas e hospedagem, custam em média USD 800,00.

E ainda para aqueles que acham que 10 dias de caminhada no frio congelante é algo impensável, há diversas opções para sobrevoar o Everest. Dessa maneira você pode ter a vista magnífica do alto da montanha sentadinho no conforto do seu monomotor 😀

➡️ Dá uma olhada neste post de quando a Mila sobrevoou a montanha em 2014.

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